sábado, julho 23, 2011

RIP Amy

Não sei quanto a vocês, mas tenho guardado na memória onde e quando fiquei sabendo da morte de ídolos da música. Foi assim com Cobain, Renato Russo, Cássia Eller, Michael,  e agora com Amy. 

Obviamente, a importância do ídolo muda com o passar dos anos. Embora seus dois únicos álbuns tenham sido figura fácil em muitos momentos agradáveis, Amy nunca foi uma influência. Meu gosto musical já estava pra lá de definido ao conhecê-la. 

É uma pena. Principalmente por ser algo já anunciado, previsível e remediável.

Desperdício? Despreparo?

Falem o que falar, pensem o que pensar, poucos são ou serão capazes de produzir algo de tanta qualidade.

Felizmente, nem todo mundo nasceu pra ser Bono. Felizmente!



Um comentário:

Luma Rosa disse...

Muitos passam pela vida desapercebidos e Amy já deixou a sua marca registrada, assim como outras divas. Sem mais nem menos, se viva ou morta, para mim pouco importa - me basta o material que ficou. Ontem mesmo estava ouvindo a gravação que fez com Tony Bennett e também um cover dos Beatles. Muito bom!